
Minha infância foi muito feliz. Quase perfeita! Eu tinha uma coleção completa de bonecas Barbies. Meu quarto cor-de-rosa, meus ursinhos, os discos da Xuxa e tudo aquilo que uma criança sonha ter para brincar e ser feliz. Mas, acima de tudo, fui amada e respeitada, Possuía todo o amor e a felicidade que uma família pode querer. Nem mesmo a falta e a distância de meu pai nublavam meus dias. Minhas melhores recordações são as risadas da minha mãe, seu rosto me olhando emocionado, sua mão colocando o edredon quentinho sobre mim nas noites geladas em que eu me descobria. Outras lembranças tão importante e querida é o som cristalino das gargalhadas de meu avô. Sua vontade e alegria de viver, a comidinha quente – do jeito que eu gostava – seu jeito engraçado e despachado de soltar um palavrão com tanto bom humor que nem parecia um nome feio. Ele era muito alegre!Como eu gostava de praticar esportes! Entre tantos, preferia o ballet e o Jazz. Quando me machucava, era o vovê que sempre cuidava de mim. As viagens eram constantes. Todo fim de semana íamos para algum lugar. Com 10 anos de idade já havia visitado vários lugares. Tive uma vida perfeita, até certo dia... quando tudo veio por água abaixo. Descobrimos que meu avô tinha problema de coração. No começo, não fazia idéia do pesadelo no qual a minha vida iria tornar-se. Foi muito dolorido presenciar seu drama, mas a família, unida e afetuosa, fez com que tudo transcorresse em clima de paz, equilíbrio e pleno de amorosidade. Meu avô, apesar de manter o bom humor, não conseguia esconder que sua chamada da vida se estava apagando de uma maneira horrível. Cada dia que passava ele perdia peso e forças. Não podia nem mais andar ed bicicleta comigo, coisa que sempre fazia e que eu adorava. Até que chegou o pior dia da minha vida: não me lembro muito bem o dia . O meu mundo perdeu o sentido. Vovô morreu e, com ele, a minha vontade de viver e o sorriso da mamãe, da vovó e dos titios. Nada mais tinha significado ou importância. Mesmo o vendo doente, não podia imaginar que esse dia chegaria. Ele não era apenas avô, mas também mãe e pai simultaneamente. O porto seguro da minha infância. Até a palavra amor é pouco para descrever o que eu sentia por ele. O seu velório foi calmo e com cheiro de rosas. Vovô no caixão parecia uma ilusão de ótica. Não fui capaz de assistir a seu enterro. Fiquei com minha tia como um náufrago se apega a um galho seco na imensidão do mar. De tão apertado, o meu coração parecia que ia se fazer em pedaços. A partir dessa data, o riso foi embora. Não compreendia a dor da separação. Viver perdei o sentido. Acordava por obrigação, e não pela alegria que havia conduzido minha vidinha cor-de-rosa igual às paredes do meu quarto. Assim começa a história do pior ano de minha vida. fiquei um semana sem ir pro colégio. mais a dor foi "passando" conheci amigas novas, as melhores por sinal, fui aprendendo muitas coisas da vida, rs' ... mais quando eu comecei a me interessar pela moda e vi aqueles corpos lindos e magros, minha vida mudou oO comecei a fazer Nf e Lf (Now Food e Low Food) comecei a me sentir mais magra, mais nada se comparava os corpos das modelos.. parti pra agressividade, vamos dizer assim parei de come, vivi de água e biscoito maria por 1 semana e quando comia colocava tudo pra fora, até o dia em que desmaiei no colégio fui forçada a come, parece que eu estava no bbb toto mundo me vijiando .. mais não conseguiram que eu voltasse a comer, mais quando eu passei mal de novo no colégio me deu um tipo de remorço sei lá, que eu voltei a comer, sei que isso tudo que fiz e que vou voltar a fazer é errado faz um mal danado, mais é só assim que eu me sinto feliz :s to me sentindo uma OBESA uma daquelas enooormes :'( segunda feira parto pra agressividade, sei que vai ser difícil até o organismo se acostumar mais eu consigo minha força de vontade fala mais alto... é isso ae chega por hoje =X
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